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Somnium, nº. 80

por Jorge Candeias, em 04.08.16

Somnium nº 80

Título: Somnium, nº. 80

Diretor: Alfredo Franz Keppler Neto

Editor: Clube de Leitores de Ficção Científica (Brasil)

Nº. páginas: 24

Ano: 2001

 

Sinopse:

-

 

Notas:

Este número do fanzine Somnium inclui o conto A Primavera, de Jorge Candeias, uma história de ficção científica sobre uma revolta de robôs numa estação mineira num asteroide.

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publicado às 18:59

A Bravata da Dona Barata

por Jorge Candeias, em 04.08.16

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Título: A Bravata da Dona Barata

Autor: Lídia Correia Serras Pereira

Editor: Clássica Editora

Nº. páginas: 100

Ano: 1945

 

Sinopse:

-

 

Notas:

Aparentemente uma história única, talvez novela, possivelmente noveleta. Quase de certeza uma fábula infantil.

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publicado às 18:24

Público, de 27-2-2005

por Jorge Candeias, em 03.08.16

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Título: Público, de 27-2-2005

Diretor: ?

Editor: Público

Nº. páginas: ?

Ano: 2005

 

Sinopse:

-

 

Notas:

Este número do jornal Público inclui a vinheta Contrário ao Uso e ao Costume, de António Raposo.

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publicado às 21:59

Infinitamente Improvável

por Jorge Candeias, em 03.08.16

Título: Infinitamente Improvável

Organizador: Jorge Candeias

Editor: independente

Endereço: http://infinitamenteimprovavel.blogspot.pt/

Anos de atividade: 2012 - 2015

 

Notas:

Webzine onde, entre outras histórias de outros autores, foram publicadas várias histórias de Jorge Candeias: O Vil Metal, uma noveleta de horror sobre o enriquecimento, A Fome das Ratazanas, um conto de horror político sobre uma irrupção de ratazanas carnívoras por uma cerimónia de alto nível, Uma História Verdadeira, Segundo Quem a Contou, um conto de (uma certa espécie de) ficção científica sobre um confronto entre mosquitos inteligentes e um monstro de olhos esbugalhados, que também é sátira aos velhos pulps, Quem Quer Ser Super-Herói?, uma conto curto de fantasia, vagamente kafkiano e satírico, sobre super-heróis e os seus superpoderes, O Canto do Cisne, um conto curto de ficção científica sobre a dessintonia entre os emissores, as mensagens, os seus transmissores e os recetores, Pandorama, uma vinheta de ficção científica sobre universos paralelos e a curiosidade, A Ideia Peregrina, um miniconto surreal e sardónico sobre uma ideia muito pouco católica, À Porta de Tua Casa, um miniconto fantástico sobre desencontros, A Injeção Financeira, outro miniconto surreal e sardónico sobre a toxicodependência financeira e Testemunhas, uma fábula irónica sobre os fiéis que nos vêm inopinadamente bater à porta.

 

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publicado às 21:09

Ivo Dias de Sousa

por Jorge Candeias, em 02.08.16

Ivo Dias de Sousa

Nasceu em 1970 em Nampula, Moçambique, e passou a juventude em Portimão. Foi estudar para Lisboa, onde se licenciou e enveredou por uma carreira académica na área da Gestão.

 

Obras incluídas:

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publicado às 19:04

O Pinto Pintalegrete

por Jorge Candeias, em 02.08.16

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Título: O Pinto Pintalegrete

Autor: Lídia Correia Serras Pereira

Editor: Clássica Editora

Nº. páginas: 126

Ano: 1943

 

Sinopse:

-

 

Notas:

Aparentemente, trata-se de uma coletânea de contos infantis, com todo o ar de fábulas.

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publicado às 18:23

Webfiction

por Jorge Candeias, em 02.08.16

Título: Webfiction

Organizador: António de Macedo

Editor: Simetria - Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico

Endereço: https://blog.simetria.org/category/ficcao/ficcaowebfiction/

Anos de atividade: 1998 - 2004

 

Notas:

Esta secção do site da Simetria publicou entre 1998 e 2004 mais de meia centena de contos e duas novelas, na grande maioria originais em português (de Portugal e do Brasil), mas incluindo também algumas traduções. Entre as histórias publicadas conta-se o miniconto O Tubo das Bolhas, de António Candeias, uma fantasia científica, as vinhetas de ficção científica de Ivo Dias de Sousa Morte Virtual, sobre o levar até ao fim a experiência da realidade em ambiente virtual, O Nascimento das Espécies de um Só Elemento, sobre a transformação transumanista do corpo, e O Último Homem a Morrer, sobre a imortalidade e quem fica à porta e, de Jorge Candeias, o conto curto Nos Confins, uma fantasia científica surreal sobre uma nave interestelar onde tudo parece acontecer e tudo parece querer fazer sexo com tudo, e as vinhetas A Nave, outra fantasia científica surreal sobre uma nave que vai até ao fim do Universo, A Queda, mais uma fantasia científica surreal, com toques de horror, sobre o apocalipse nuclear e Um Mergulho ao Amanhecer, mais uma fantasia científica surreal, também com o seu quê de horror, sobre uma estranha criatura que se dissolve em água.

 

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publicado às 14:27

Antologia do Conto Fantástico Português

por Jorge Candeias, em 01.08.16

Antologia do Conto Fantástico Português

TítuloAntologia do Conto Fantástico Português

Organizador: Fernando Ribeiro de Mello

Editor: Edições Afrodite (primeira edição) | Arte Mágica (edição mais recente)

Nº. páginas: 511 (primeira edição)

Ano: 1967 (primeira edição) | 2003 (edição mais recente)

 

Sinopse:

-

 

Notas:

Esta antologia, que reúne cerca de trinta expoentes do conto fantástico português dos séculos XIX e XX (em duas versões diferentes, com a maior parte do conteúdo em comum mas cerca de uma dúzia de contos presentes numa delas mas não na outra) inclui o conto Sede de Sangue, de Manuel Teixeira Gomes, um conto fantástico vampiresco próximo daquilo a que hoje se daria o nome de fantasia urbana.

 

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publicado às 17:33

As Palavras Sensuais da Nossa Ausência

por Jorge Candeias, em 01.08.16

As Palavras Sensuais da Nossa Ausência

TítuloAs Palavras Sensuais da Nossa Ausência

Autor: Joaquim Manuel Pinto Serra

Editor: Mar da Palavra

Nº. páginas: 175

Ano: 2007

 

Sinopse:

Chegaram a uma sexta-feira, no dia 8 de Outubro. Raul sabia que, contando com os seis dias para a viagem de regresso, apenas estaria em Urekinus vinte e cinco dias. Estava tudo calculado e combinado com Margarida. Mas ele receava que, por motivos imprevistos, não pudesse regressar na altura programada. E exasperava-se por isso, quando pressentia essa hipótese. Ela sossegava-o, dando-lhe algumas certezas. Contudo, ele mantinha as dúvidas que o sobressaltavam... e sofria, só de pensar que tal pudesse suceder…

Na véspera da chegada, reuniram-se todos ao jantar e confraternizaram num ambiente alegre e descontraído, o que sensibilizou Raul. Principalmente, por terem falado em Português... E por lhe terem desejado, numa troca de brindes, as maiores felicidades no trabalho que iria realizar. Desde então, ele ficou a meditar sobre a hipótese de eles não serem tão insensíveis como, de início, tinham deixado antever. O que dava razão a Margarida quando ela os desculpara pelas suas atitudes enfáticas e distantes. Arrependia-se, nesses momentos, de não ter colaborado um pouco mais... Talvez que o defeito fosse também dele! Mas teria ainda muito tempo para provar que os habitantes da Terra, quando queriam, também eram afáveis e educados.

Era meio-dia quando lhe disseram que a nave tinha chegado ao planeta Urekinus. Causou-lhe admiração verificar que os ponteiros do seu relógio continuavam a funcionar, como se uma viagem intergaláctica não se tivesse realizado durante seis dias, a uma velocidade inimaginável! Para ele, dois ou três meses antes, seria um absurdo. Mas, naquela altura, era aliciante e confortável... Porém, estava apenas no princípio e tudo poderia ainda acontecer...

 

Notas:

-

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publicado às 15:28

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