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Antologia do Conto Fantástico Português

por Jorge Candeias, em 01.08.16

Antologia do Conto Fantástico Português

TítuloAntologia do Conto Fantástico Português

Organizador: Fernando Ribeiro de Mello

Editor: Edições Afrodite (primeira edição) | Arte Mágica (edição mais recente)

Nº. páginas: 511 (primeira edição)

Ano: 1967 (primeira edição) | 2003 (edição mais recente)

 

Sinopse:

-

 

Notas:

Esta antologia, que reúne cerca de trinta expoentes do conto fantástico português dos séculos XIX e XX (em duas versões diferentes, com a maior parte do conteúdo em comum mas cerca de uma dúzia de contos presentes numa delas mas não na outra) inclui o conto Sede de Sangue, de Manuel Teixeira Gomes, um conto fantástico vampiresco próximo daquilo a que hoje se daria o nome de fantasia urbana.

 

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publicado às 17:33

Novelas Eróticas

por Jorge Candeias, em 31.07.16

Novelas Eróticas

Título: Novelas Eróticas

Autor: Manuel Teixeira Gomes

Editor: Seara Nova (primeira edição) | Relógio d'Água (edição mais recente)

Nº. páginas: 212 (primeira edição)

Ano: 1935 (primeira edição) | 2012 (edição mais recente)

 

Sinopse:

M. Teixeira-Gomes, tal como na sua obra se nos apresenta ou tal como em certas personagens se projeta, está longe de ser um gozador desenfreado, à maneira de Casanova, ou um perseguidor do infinito no finito dos corpos, à maneira de Don Juan. Homo eroticus, sim; mas buscando, acima de tudo, a harmonia entre o sentimento e a sensação, o equilíbrio da emoção e da volúpia.

 

Notas:

-

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publicado às 14:56

Obras Completas II

por Jorge Candeias, em 28.07.16

Obras Completas II

Título: Obras Completas II

Autor: Manuel Teixeira Gomes

Editor: Imprensa Nacional - Casa da Moeda e Câmara Municipal de Portimão

Nº. páginas: 403

Ano: 2009

 

Sinopse:

«Este 2º volume das Obras Completas de M. Teixeira-Gomes foge à ordem cronológica para privilegiar textos de encontros entre homens e mulheres — quer em Portugal quer Europa fora —, naturalmente, os que respeitam a relações amorosas e às inevitáveis e apetecidas erupções Sensuais, voluptuosas e eróticas, em suma, a exaltação dos sentidos, tão cara ao nosso autor. Não afasta, porém, a chocarrice, o humor, a ironia, o grotesco e o espírito de crítica comuns na produção literária de Teixeira-Gomes, viageiro pelo mundo europeu e apaixonado pela vivência mediterrânica. A relação homem-mulher apresenta-se-nos vibrante em alguns contos da Gente Singular (1905) e nas Novelas Eróticas (1934), nestas escalando, a primeira, em Amesterdão e, as demais, entre o Algarve e Istambul — a que o escritor, para cumprir a sua afeição helenístico-romana, chama Constantinopla — bem como no romance Maria Adelaide (1938), onde há quem procure encontrar um sopro autobiográfico. Vão os leitores da INCM ter o gosto de saborear traços de um Algarve passado e atinar com terras europeias e norte-africanas que ao tempo do escritor ainda viviam os encantos poéticos, os sortilégios e os lampejos do desconhecido.

 

Notas:

-

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publicado às 23:37

Gente Singular

por Jorge Candeias, em 26.07.16

Gente Singular

Título: Gente Singular

Autor: Manuel Teixeira Gomes

Editor: Clássica Editora (primeira edição) | Edições Vercial (edição mais recente, em ebook)

Nº. páginas: 273 (primeira edição)

Ano: 1909 (primeira edição) | 2012 (edição mais recente)

 

Sinopse:

O título desta conhecida coletânea de novelas de Manuel Teixeira Gomes, retirado de uma narrativa homónima aí coligida, aponta como fio condutor das histórias a evocação de personagens que têm em comum a excentricidade, a singularidade. Adensando o modo enigmático como a descrição dos seus comportamentos ou de situações é feita, a todas as narrativas é comum um narrador cuja inexperiência e compulsivo romantismo - mesmo quando se declara "Divorciado do romantismo, esse movimento febril e doido através do qual, no entanto, parece indispensável que a alma passe para aí largar, como se fosse em depurativo alambique, as suas escórias e renascer restituída ao seu definitivo aspeto" (Gente Singular) - suscitam um contínuo confronto com uma realidade material e boçal, que, de forma caricatural, reduz ao ridículo quaisquer renitentes laivos de idealismo. A ironia, roçando o cómico, conjugada com um poder descritivo quase plástico e com o domínio da frase na sua maior expressividade, confere a Gente Singular um lugar de destaque na novelística das primeiras décadas do século XX.

 

Notas:

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publicado às 15:29

Manuel Teixeira Gomes

por Jorge Candeias, em 22.07.16

Manuel Teixeira Gomes

Nasceu em Portimão, em 1860, numa família de grandes proprietários rurais. Aos 10 anos partiu para o seminário, em Coimbra, cidade onde mais tarde frequentou o curso de medicina, que não concluiu. Fixou-se depois em Lisboa e mais tarde no Porto, passando de seguida a viajar pela Europa, Norte de África e Médio Oriente, representando comercialmente o pai. Depois da implantação da república foi embaixador no Reino Unido e, em 1923, foi eleito Presidente da República, tendo-se demitido em 1925. Exilou-se voluntariamente na Argélia, onde faleceu em 1941, na cidade de Bougie.

 

Obras incluídas:

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publicado às 20:05


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